imaginem eu a ouvir isto ao vivo a frente do palco ao nível dos pés Delas...
fiquei com tanta tesão que me deixava humilhar ali no palco poe Elas
sábado, 7 de julho de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
Escravo da cunhada - Conto erótico 8
Sempre vivi bem, filho de pais ricos, gestor de uma boa empresa e casado com uma empresária de sucesso.
Com a crise a apertar, a irmã da minha mulher ficou desempregada, sem dinheiro para pagar as empréstimos ao banco e conseguir manter-se independente economicamente. A minha esposa então falou comigo, pediu para ele ficar cá em casa um tempo só até arranjar um novo emprego e poder seguir sua vida de novo. Disse que não, nunca gostei muito dela, era arrogante, nariz empinado, sempre a criticar-me e dizer que não era homem para o meu amor nos jantares de família, como tal nunca partilhei de grande simpatia por ela mas a minha esposa insistiu e insistiu até que cedi.Com a minha cunhada em casa, sem fazer nada, sem procurar trabalho ou ajudar nas lidas de casa, por isso passado uns meses achei que tinha que intervir ter uma conversa com ela, procurei uma oportunidade em que a minha mulher estivesse fora para não intervir em socorro da irmã.
Chamei-a numa manha de domingo, sozinhos os dois, ela de jeans justos e top branco, sentada junto á piscina, brincando com o seu porta chaves em forma de pequenas algemas de cabedal. Arrogantemente, como se fosse ela a dona da casa, pergunta o que quero. Abro o jogo e no meu da discussão jogo-lhe o telemóvel para piscina. Furiosa enche-me de estalos chicoteia-me com a mangueira e pontapeia-me nos tomates. Fico estendido de dores no chão enquanto ela me chama de impotente e entra vestida para a piscina para ir buscar o telemóvel.
Nunca pensei que fosse tão forte, ela dirige-se a mim com raiva, pisa-me violentamente e senta-se em cima de mim. Chama-me putinha diz que manda em mim. Eu ameaço-a que isto não fica assim, que quando contar tudo a irmã ela vai ter que sair de casa, mas...
Mas ela ri-se de mim, chama-me fraco, diz que eu nunca vou contar nada porque vou ter vergonha na cara e como tal não vou dizer que apanhei porrada de uma mulher, quanto muito vou ter que pagar para ela não dizer nada. Eu riu-me sarcasticamente, ela não teria provas penso. Mas, como se ela me tive-se lido o pensamento, amarra-me e vai buscar a máquina fotográfica. Senta-se em cima de mim me humilha, insulta, arrasta-me pelo jardim fora até que me amarra para as escadas da piscina. Pergunta-me se eu sei para que serve o porta chaves dela.. Ri-se alto enquanto me algema, os seus risos contrastam com as minhas lagrimas, ameaça-me deixar ali até minha esposa chegar, imploro-lhe para me deixar ir, ofereço-lhe o que quiser. Ela diz que já tratou disso, calça-se, sapato rosa, salto alto, e pisa-me. Ordena na sua voz rouca. “ pede para beijar os meus pés, pede”. Eu choro e peço, estou nas suas mãos. Ela fotografa e brinca comigo. Fiquei excitado e ela reparou. “Espera aqui como um cão fiel, vou trocar de roupa para irmos ao notário para passares alguns bens para meu nome”.
E eu esperei, excitado, vendo-a a ir em direcção a casa naquela roupa molhada, balançando as ancas e regressar divina e poderosa. Deu-me um estalo. “Vamos até ao teu carro, ou devo dizer meu carro?”. Não sei porquê mas dei-lhe logo as chaves, mesmo sem ela pedir
. Antes de irmos obriga-me a lavar a sola dos seus sapatos, sujos e gastos, o sorriso na sua cara deixa-me mais louco e venho-me nas calças, de joelhos perante ela. A partir daí a minha casa, carro e parte do ordenado lhe pertencem, assim como a minha alma, em troca do silêncio. Minha mulher não sabe e nem se importa que ela tenha começado a dar ordens na casa. Eu obedeço.
Fotos de :Mistress Katja
quarta-feira, 14 de março de 2012
A postura da Keisha
enquanto preparo o meu pc pa voltar a escrever um conto ou outro...
deixo aqui umas fotos da Keisha... reparem postura altiva, sensual, e que pés, sapatos....para não falar da voz dela.... so de ouvir a música na rádio fico...(Voces sabem)
deixo aqui umas fotos da Keisha... reparem postura altiva, sensual, e que pés, sapatos....para não falar da voz dela.... so de ouvir a música na rádio fico...(Voces sabem)
sábado, 11 de junho de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Vizinha de cima - Conto Erótico 7
Minha vizinha de cima tocou à campainha, surpreendido abri a porta e perguntei o que ela queria.
Seu nome é Isabel, grande corpo, sempre de sandália de salto alto, com um andar que embala qualquer homem.
Trocou um olhar comigo, recuei, e ela disse:
“Caiu alguma da minha lingerie do estendal para a sua varanda, posso ir buscá-la”
“Claro!” Respondi enquanto adorava as suas formas e me excitava .
Apanhou suas cuecas, mostrou-mas não resisti e dei-lhe uma palmada no seu traseiro.
“Tu não querias isso... Tens ideia do que ia acontecer a seguir???????”- foi a reacção dela.
“Diz-me por favor.” Respondi eu com um sorriso no rosto.
“Sabes guardar um segredo?” perguntou ela com uma voz sedutora, eu acenei afirmativamente com a cabeça.
“Uma das minhas mais excitantes fantasias é usar calçado de outras mulheres, quer seja para calçar quer seja para bater... por isso, adoro a ideia de te poder dar a surra da tua vida com as chinelas da Sofia.” Sofia era a minha mulher, ausente na altura, eu quase rebentei de excitação com as suas palavras.
“A ideia de pegar numa chinela velha, bem usada, de outra rapariga e fazê-la "cantar" no vulnerável corpo de um escravo... ui ui ui...
Essas chinelas da Sofia são do tipo que gosto de usar para castigar.” Disse ela ao olhar para umas chinelas da minha mulher guardadas na sapateira, pegou nelas, acariciou-as.
“Pare eu não aguento de tanta tesão.” E não aguentava mesmo, estava fora de mim.
“Tens que aguentar, como terias de aguentar as chineladas que eu ia dar nessa bundinha miserável.” E nessa hora começou-me a açoitar com uma violência doida, atingiu-me na cara com as chinelas, pontapeou-me o meu corpo, fez-me tombar a seus pés.
Depois parou, só para me obrigar a passar a língua pela a chinela... e depois continuou, impiedosa, eu suplicava-lhe para parar, mas estava a adorar, nunca tinha apanhado de uma mulher, mas estava a sentir-me bem com isso, como um miserável ser aos pés da minha vizinha.
Chorei de dor e tesão.
“Me deixe vir por favor não aguento mais” supliquei.
“Livra-te de te vires!!!!!!!!!!!!!!
hummmmm.....
Estou a adorar tanta devoção... é exactamente assim que gosto de Meus escravos...
Quero que sofras. Adoro ver-te desesperado, isso faz parte da tua vida de sofrimente nas Minhas mãos.... e PÉS!”
“Adorava depois poder chamar a tua mulher para o pé de Mim para ver a porcaria de homem que arranjou...
Um escravo, sem vontade própria que só serve para bater, humilhar e nos fazer os serviços, bater-te com crueldade, à frente dela, para lhe mostrar que não serves para mais nada senão para isto e ainda havias de ser Meu tapete, para Eu passear em cima de ti. Talvez de nós as duas ao mesmo tempo... Eu e a Sofia”
Ordenou que lambesse a sua sola, enquanto eu estava estendido no chão, lambi, e ela perguntou:
“Diz-me a que sabe”
“A minha submissão por você” respondi.
“Gostava de passar um dia com a Sofia, a conversar, ler revistas e ver televisão, enquanto tu fazias TODAS as tarefas caseira, incluindo servir-Nos.”
Voltou a pegar na chinela da minha mulher.
“Cheira a palmilha, agora.... lambe... vá passa a língua, que mando EU, agora vira e beija a SOLA com respeito.
Neste momento essas chinelas são MINHAS! lambe a sola.”
Depois voltou a mandar-me com as chinelas na cara.
“Vai deixar marcas na cara.” Reagi eu.
“Não sejas mariquinhas, aguenta como um escravo.
Queres masturbar-te a gora?”
“Sim Isabel por favor!” Respondi.
Ela despiu-me com agressividade.
“Estás à rasquinha para bater uma punheta?”. Eu confirmei.
“Vamos, vem-te para a tua Dona
A tua Senhora quer ver esse leitinho todo...
Agora sou Eu que te ordeno que te venhas, tens coragem de o fazer no chinelo???
Quero que te venhas com quanta força tiveres. Mostra Me como sou Sexy, boazuda e atraente...
Mostra-Me esse leitinho todo que tens para a tua Dona...”
Vim-me na sola do chinelo da minha mulher.
Obrigou-me a lamber o chinelo para não deixar vestígios e começou a pisar-me como se fosses um tapete de limpar os Pés
“Vou dizer a Sofia o quanto tu NÃO pretas.... a porcaria que tu és...”
“Não diga nada dona” Supliquei com medo.
“Estupido!
És uma merda que não vales nada.
A Sofia precisa de saber que tu não és digno de ser namorado dela.
Não passas de um capacho. és bom para usar.
Ela vai aprender a usar-te. A aproveitar-se dessa tua submissão estúpida...
... a gozar contigo. A mandar-te fazer tarefas e no fim ainda se vai rir de ti Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... “
“Não faça isso senhora, por favor”
“Tu irás servi-la, ela bater-te, cospir-te em cima e ainda se vai rir de ti!
Preciso sair mas quero humilhar-te mais um pouco, dizer-te que não vales nadinha.
Ela vai passar a usar-te apenas para se divertir. Talvez até convide as amigas para lhes prepares um chá
e depois bater-te diante delas para exibir o seu novo escravo: a sua aquisição.
Serás, claro. de Mim e de todas as raparigas que te quiserem experimentar
a partir de hoje és "público", pertences a todas as Mulheres que usem um par de chinelas.
Seria uma delicia ter-te a servir-Me e à Sofia. Gozávamos as duas contigo, cheias de cumplicidades e risinhos fúteis.”
Foi a carteira, tirou um dildo.
“Também gostava de usar um dildo em ti, fazer-te COMPLETAMENTE submisso. a MIM!
Não há maior submissão do que um macho entregar o seu precioso rabinho para a Dona fazer o que quiser com ele...
Vou comer-te como se fosses uma puta”
“Meu Cu ainda e virgem dona, por favor não me faça mal” pedi eu com lágrimas a correrem-me no rosto.
“Eu sei. Por isso ainda o quero mais.
Queria ser a primeira a usá-lo.” Depois com um enorme dildo, começou a entrar, a sair, a entrar, a sair, e eu, eu a ganir como uma cadela.
“Pede mais, para te vires.” E eu pedi.
“Toma, puta para saberes o que é bom, o que ter uma Dona a quem obedecer.
Toma mais, putéfia.”
E eu vim-me enquanto era enrabado por Ela.
“Sua puta, agora és MINHA escrava.
Esporras-te toda, Minha puta predilecta, enquanto apanhas o que mereces
PUTA! Mas tu não prestas mesmo, heinn?”
E começou a açoitar me de novo na cara.
“Quero ver como vais explicar as marcas à Sofia ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!...
Se Eu pudesse fazia vir toda a noite, até te esgotar, enchia-te a cara de chineladas.
Adoro um escravo dedicado.”
Deixou-me estendido no chão da minha casa, pegou nas suas cuecas e foi para sua casa...
Agora chantagia-me todos os dias que vai contar à minha mulher, tem-me na mão e continua a dar-me surras incríveis.
Inspirado na Senhora Isabel
Seu nome é Isabel, grande corpo, sempre de sandália de salto alto, com um andar que embala qualquer homem.
Trocou um olhar comigo, recuei, e ela disse:
“Caiu alguma da minha lingerie do estendal para a sua varanda, posso ir buscá-la”
“Claro!” Respondi enquanto adorava as suas formas e me excitava .
Apanhou suas cuecas, mostrou-mas não resisti e dei-lhe uma palmada no seu traseiro.
“Tu não querias isso... Tens ideia do que ia acontecer a seguir???????”- foi a reacção dela.
“Diz-me por favor.” Respondi eu com um sorriso no rosto.
“Sabes guardar um segredo?” perguntou ela com uma voz sedutora, eu acenei afirmativamente com a cabeça.
“Uma das minhas mais excitantes fantasias é usar calçado de outras mulheres, quer seja para calçar quer seja para bater... por isso, adoro a ideia de te poder dar a surra da tua vida com as chinelas da Sofia.” Sofia era a minha mulher, ausente na altura, eu quase rebentei de excitação com as suas palavras.
“A ideia de pegar numa chinela velha, bem usada, de outra rapariga e fazê-la "cantar" no vulnerável corpo de um escravo... ui ui ui...
Essas chinelas da Sofia são do tipo que gosto de usar para castigar.” Disse ela ao olhar para umas chinelas da minha mulher guardadas na sapateira, pegou nelas, acariciou-as.
“Pare eu não aguento de tanta tesão.” E não aguentava mesmo, estava fora de mim.
“Tens que aguentar, como terias de aguentar as chineladas que eu ia dar nessa bundinha miserável.” E nessa hora começou-me a açoitar com uma violência doida, atingiu-me na cara com as chinelas, pontapeou-me o meu corpo, fez-me tombar a seus pés.
Depois parou, só para me obrigar a passar a língua pela a chinela... e depois continuou, impiedosa, eu suplicava-lhe para parar, mas estava a adorar, nunca tinha apanhado de uma mulher, mas estava a sentir-me bem com isso, como um miserável ser aos pés da minha vizinha.
Chorei de dor e tesão.
“Me deixe vir por favor não aguento mais” supliquei.
“Livra-te de te vires!!!!!!!!!!!!!!
hummmmm.....
Estou a adorar tanta devoção... é exactamente assim que gosto de Meus escravos...
Quero que sofras. Adoro ver-te desesperado, isso faz parte da tua vida de sofrimente nas Minhas mãos.... e PÉS!”
“Adorava depois poder chamar a tua mulher para o pé de Mim para ver a porcaria de homem que arranjou...
Um escravo, sem vontade própria que só serve para bater, humilhar e nos fazer os serviços, bater-te com crueldade, à frente dela, para lhe mostrar que não serves para mais nada senão para isto e ainda havias de ser Meu tapete, para Eu passear em cima de ti. Talvez de nós as duas ao mesmo tempo... Eu e a Sofia”
Ordenou que lambesse a sua sola, enquanto eu estava estendido no chão, lambi, e ela perguntou:
“Diz-me a que sabe”
“A minha submissão por você” respondi.
“Gostava de passar um dia com a Sofia, a conversar, ler revistas e ver televisão, enquanto tu fazias TODAS as tarefas caseira, incluindo servir-Nos.”
Voltou a pegar na chinela da minha mulher.
“Cheira a palmilha, agora.... lambe... vá passa a língua, que mando EU, agora vira e beija a SOLA com respeito.
Neste momento essas chinelas são MINHAS! lambe a sola.”
Depois voltou a mandar-me com as chinelas na cara.
“Vai deixar marcas na cara.” Reagi eu.
“Não sejas mariquinhas, aguenta como um escravo.
Queres masturbar-te a gora?”
“Sim Isabel por favor!” Respondi.
Ela despiu-me com agressividade.
“Estás à rasquinha para bater uma punheta?”. Eu confirmei.
“Vamos, vem-te para a tua Dona
A tua Senhora quer ver esse leitinho todo...
Agora sou Eu que te ordeno que te venhas, tens coragem de o fazer no chinelo???
Quero que te venhas com quanta força tiveres. Mostra Me como sou Sexy, boazuda e atraente...
Mostra-Me esse leitinho todo que tens para a tua Dona...”
Vim-me na sola do chinelo da minha mulher.
Obrigou-me a lamber o chinelo para não deixar vestígios e começou a pisar-me como se fosses um tapete de limpar os Pés
“Vou dizer a Sofia o quanto tu NÃO pretas.... a porcaria que tu és...”
“Não diga nada dona” Supliquei com medo.
“Estupido!
És uma merda que não vales nada.
A Sofia precisa de saber que tu não és digno de ser namorado dela.
Não passas de um capacho. és bom para usar.
Ela vai aprender a usar-te. A aproveitar-se dessa tua submissão estúpida...
... a gozar contigo. A mandar-te fazer tarefas e no fim ainda se vai rir de ti Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... “
“Não faça isso senhora, por favor”
“Tu irás servi-la, ela bater-te, cospir-te em cima e ainda se vai rir de ti!
Preciso sair mas quero humilhar-te mais um pouco, dizer-te que não vales nadinha.
Ela vai passar a usar-te apenas para se divertir. Talvez até convide as amigas para lhes prepares um chá
e depois bater-te diante delas para exibir o seu novo escravo: a sua aquisição.
Serás, claro. de Mim e de todas as raparigas que te quiserem experimentar
a partir de hoje és "público", pertences a todas as Mulheres que usem um par de chinelas.
Seria uma delicia ter-te a servir-Me e à Sofia. Gozávamos as duas contigo, cheias de cumplicidades e risinhos fúteis.”
Foi a carteira, tirou um dildo.
“Também gostava de usar um dildo em ti, fazer-te COMPLETAMENTE submisso. a MIM!
Não há maior submissão do que um macho entregar o seu precioso rabinho para a Dona fazer o que quiser com ele...
Vou comer-te como se fosses uma puta”
“Meu Cu ainda e virgem dona, por favor não me faça mal” pedi eu com lágrimas a correrem-me no rosto.
“Eu sei. Por isso ainda o quero mais.
Queria ser a primeira a usá-lo.” Depois com um enorme dildo, começou a entrar, a sair, a entrar, a sair, e eu, eu a ganir como uma cadela.
“Pede mais, para te vires.” E eu pedi.
“Toma, puta para saberes o que é bom, o que ter uma Dona a quem obedecer.
Toma mais, putéfia.”
E eu vim-me enquanto era enrabado por Ela.
“Sua puta, agora és MINHA escrava.
Esporras-te toda, Minha puta predilecta, enquanto apanhas o que mereces
PUTA! Mas tu não prestas mesmo, heinn?”
E começou a açoitar me de novo na cara.
“Quero ver como vais explicar as marcas à Sofia ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!...
Se Eu pudesse fazia vir toda a noite, até te esgotar, enchia-te a cara de chineladas.
Adoro um escravo dedicado.”
Deixou-me estendido no chão da minha casa, pegou nas suas cuecas e foi para sua casa...
Agora chantagia-me todos os dias que vai contar à minha mulher, tem-me na mão e continua a dar-me surras incríveis.
Inspirado na Senhora Isabel
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Uma Deusa disse-me
"não há maior submissão do que um macho entregar o seu precioso rabinho para a Dona fazer o que quiser com ele..."
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Carta ao Pai Natal
Querido Pai Natal, como me portei mal apenas queria pedir uma mulher que me castiga-se e me fizesse sentir o verdadeiro poder divino...
P.S.- Melhor que isso só me arranjar um emprego numa sapataria feminina
P.S.- Melhor que isso só me arranjar um emprego numa sapataria feminina
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Que mulher poderosa...
Assim de corpo faz lembrar a minha afilhada da Universidade, o que me lembra um bom conto para contar mais tarde
sábado, 16 de outubro de 2010
Conto 6 - A irmâ da minha namorada
Vou buscar todos os dias a minha namorada ao trabalho ao final da tarde. Antes de sair-mos realmente ara namorar eu levo-a a casa dela para tomar banho e se arranjar. Enquanto ela faz isso, costumo esperar na sala ao lado do quarto dela.
Acontece que ela tem uma irmã mais nova.14 aninhos, muito gira, loira, sempre bem vestida, com um sorriso maroto. Ela está a passar aquela fase em que o sexo é uma experiência nova. E como normal numa rapariga da idade dela sente-se atraída por homens mais velhos, neste caso eu, que sou 10 anos mais velho.. então toda a hora que a minha namorada vai se cuidar para sair ela dá em cima de mim.
Num dia destes, ela me telefonou ao inicio da tarde para ir la a casa ver o seu computador, que estava a dar problemas, eu sou engenheiro de informática. Chegando lá, sua irmã me recebeu, bonita, com um top vermelho, calça de ganga preta justa e umas sandálias de salto alto. Dá-me a mão, sorri e me leva até ao quarto dela, abanando as ancas de uma forme felina que me deixou louco.
Entro no quarto dela, baixo-me para ligar o computador e, ela altiva ,diz: “Vira-te para mim”. Surpreendido e de gatas obedeço e logo ela pisa a minha mão, me diz que sou escravo dela.
Não sei porquê, fiquei excitado e eu nem sou dado a fetishes de dominação. Ela monta-me e diz que sou seu cavalinho, eu obedeço louco de tesão, andando com ela em cima de mim de um lado para o outro.
Depois senta-se na cama, cruza as pernas e ordena-lhe que lhe limpe a sola das sandálias, eu limpo tudo com a língua, chupo o salto, beijo lhes os pés, as pernas, até qie ela diz para parar por aí.
Levanta-se e diz para eu fazer o mesmo, já de alto a frente dela, mete-me a mão no bolso de trás, tira a carteira, abre-a, tira as notas e manda-me embora com um sorriso no rosto.
Até hoje mantivemos este dia em segredo...
Assinar:
Postagens (Atom)























