quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Donas a passer os cães...

Devia ser um hábito regular levar os cães a passear na rua...
uma opinião claro...





Carta ao Pai Natal

Querido Pai Natal, como me portei mal apenas queria pedir uma mulher que me castiga-se e me fizesse sentir o verdadeiro poder divino...

P.S.- Melhor que isso só me arranjar um emprego numa sapataria feminina





quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Que mulher poderosa...

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Assim de corpo faz lembrar a minha afilhada da Universidade, o que me lembra um bom conto para contar mais tarde

sábado, 16 de outubro de 2010

Conto 6 - A irmâ da minha namorada

Vou buscar todos os dias a minha namorada ao trabalho ao final da tarde. Antes de sair-mos realmente ara namorar eu levo-a a casa dela para  tomar banho e se arranjar. Enquanto ela faz isso, costumo esperar na sala ao lado do quarto dela.

Acontece que ela tem uma irmã mais nova.14 aninhos, muito gira, loira, sempre bem vestida, com um sorriso maroto. Ela está a passar aquela fase em que o sexo é uma experiência nova. E como normal numa rapariga da idade dela sente-se atraída por homens mais velhos, neste caso eu, que sou 10 anos mais velho.. então toda a hora que a minha namorada vai se cuidar para sair ela dá em cima de mim.

Num dia destes, ela me telefonou ao inicio da tarde para ir la a casa ver o seu computador, que estava a dar problemas, eu sou engenheiro de informática. Chegando lá, sua irmã me recebeu, bonita, com um top vermelho, calça de ganga preta justa e umas sandálias de salto alto. Dá-me a mão, sorri e me leva até ao quarto dela, abanando as ancas de uma forme felina que me deixou louco.

Entro no quarto dela, baixo-me para ligar o computador e, ela altiva ,diz: “Vira-te para mim”. Surpreendido e de gatas obedeço e logo ela pisa a minha mão, me diz que sou escravo dela. 

Não sei porquê, fiquei excitado e eu nem sou dado a fetishes de dominação. Ela monta-me e diz que sou seu cavalinho, eu obedeço louco de tesão, andando com ela em cima de mim de um lado para o outro. 

Depois senta-se na cama, cruza as pernas e ordena-lhe que lhe limpe a sola das sandálias, eu limpo tudo com a língua, chupo o salto, beijo lhes os pés, as pernas, até qie ela diz para parar por aí.

Levanta-se e diz para eu fazer o mesmo, já de alto a frente dela, mete-me a mão no bolso de trás, tira a carteira, abre-a, tira as notas e manda-me embora com um sorriso no rosto.

Até hoje mantivemos este dia em segredo...

sábado, 18 de setembro de 2010

Video da semana...

Não há muitas palavras para descrever, devia haver mais mulheres a exercer todo o seu poder ao máximo com ela o faz...

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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

É preciso ser um grande podolatra...

para fazer isto num dos programas mais vistos da tv portuguesa, sendo um apresentador famoso...

Parabéns Goucha, diziam que eras gay mas nós por cá sabemos o que és... ;)





ver video aqui:  video

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Conto Erótico 5 - O dia em que o jogo virou


Sempre fui um macho dominante. Minha mulher obedecia-me, submissa as minhas ordens. Por vezes até lhe batia quando estava insatisfeito.

Foi assim até um certo dia. No dia em que tudo mudou, eu cheguei a casa furioso, ela já sabia que eu estaria assim, tinha gritado com ela por telefone umas horas antes.

Quando cheguei a casa, ela dirigiu-se na minha direcção para me beijar, com um empurrão desviei-a e disse tira-me o casaco, virei-lhe as costas para que ela mo pudesse tirar, ela começa a puxar-me o casaco, braços abaixo, quando de repente sinto algo a prender-me os pulsos, tinha-me algemado.

Do nada, tira uma chibata do cabide dos casacos, me chicoteia até cair no chão, indefeso, mão atrás das costas, presas.

Começou a açoitar-me e a gritar comigo. Eu sangrava, chorava, implorava, que parasse. Ela pontapeava, chicoteava, gritava, para que eu soubesse quem estava no comando.

Arrasado, aos seus pés eu aceitei todas as suas exigências. Ela já tinha consultado o nosso advogado, eu sabia-o, vinha na factura do banco, mas pensava que era para pedir o divórcio e eu não estava nem aí para isso. Mas não ela tinha a papelada toda para eu passar todos os meus bens para o nome dela.

Obrigou-me a assinar tudo, ali, ela de chicote na mão botas de salto alto, sorriso no rosto. Eu de rosto pisado, camisa e caças de facto rasgados, chorando como uma criança, enquanto ela me desapertava as algemas. Pensei fugir, mas as pernas falharam-me pela dor e ela atacou-me com tudo o que tinha outra vez. Sem outro remédio assinei tudo e passei a ser seu escravo sem ter por onde fugir.

Ela me domina todos os dias, me trata como cachorrinho dela, me humilha até mesmo a frente dos nossos amigos. Eles gozam comigo, já foderam a minha mulher a minha frente e eu ainda tive de limpar todo o seu esperma. As vezes trás amigas para me torturarem e humilharem, pisa-me na cara para no emprego saberem quem manda e ainda me pôs um sinto de castidade, para ter a certeza que lhe sou submisso.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Conto Erotico 4 - Fui apanhado pela minha mulher...

Sempre tive um fetish por pés e sapatos, desde a minha adolescência. Na altura não era muito usual falar-se dessas coisas, não havia o mundo da internet como hoje o conhecemos, e, como tal sempre o escondi da minha namorada, actual mulher.

Minha mulher é administradora de uma pequena empresa, como tal, anda com um roupa formal, uma camisa, uma saia pelo joelho, meias de vidro e sapato alto.
Quando chega a casa, por norma, eu já costumo lá estar. Ela descalça-se põe os sapatos na sapateira e vai tomar um banho. Quando ela entra para o banho eu realizo o meu fetish secreto. Dirijo-me para a sapateira, e vou cheirar os seus sapatos, lambê-los e por vezes até me masturbar com eles. Faço isso a maior parte dos dias, Era uma maneira de satisfazer este meu ponto fraco.

Certo dia, estava eu no meu habitual ritual oculto, quando ela abre a porta da casa de banho, tinha-se esquecido da toalha e me vê ao fundo do corredor a lamber seus sapatos. Chama-me e pergunta-me que era aquilo.

Envergonhado confesso meu desejo. Ela sorri, diz que sempre teve o mesmo desejo, que por vezes vê filmes de podolatria e se excita ao pensar em mim a beijar-lhe os pés, que isso a fazia sentir importante e poderosa perante mim.


Hoje, sempre que ela chega a casa, stressada do trabalho, me diz para lhe adorar os pés, e eu venero-a como uma deusa, tiro carinhosamente seus sapatos, suas meias de vidro, e lambo sua sola, chupo os seus dedos como ela gosta. Por vezes ela me esfrega seus pés na cara com um sorriso maldoso ou me obriga a lamber a sola dos sapatos e o salto. Já me aconteceu vir-me nos seus pés e ter que limpar tudo.

Meu casamento nunca esteve melhor. Eu amo a minha mulher e gosto de estar a seus pés, que é o lugar do homem perante a mulher.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Conto Erótico 3 - Fui dominado pela minha filha (part2)


Desde que procurei, sem sucesso, o meu filme onde era subjugado e humilhado pela minha filha, e ela descobrira, que as coisas pioraram. Ela me chantajeava constantemente, assim conseguia dinheiro para sair, roupa nova sempre que queria, até carta e carro ganhou assim. Vezes sem conta chegava a casa, me chamava à parte enquanto estava no sofá com minha mulher, pensava a minha mulher, que a minha filha gostava de desabafar comigo, me levava para o quarto e obrigava a lamber sua princesa com esperma de outros, às vezes eram preservativos cheios de leite, que ela guardava e depois desapertava o nó e despejava todo o conteúdo na minha boca, tapando-a de seguida para eu não deitar fora, depois tapava-me também o nariz, para que não conseguisse respirar até engolir tudo. Sempre com um sorriso nos lábios de satisfação.

No meu aniversário de casamento, pediu dinheiro para a nossa prenda. Ofereceu uma langerie à minha mulher, que secretamente era para mim, e umas algemas, também para serem usadas em mim. Minha mulher sem saber nada sorrio ao recebe-las, pensava que era para apimentar nossa relação e ainda fez questão de dizer que nós estávamos muito bem sexualmente à minha filha, longe de imaginar que quando fazíamos amor era na minha filha que pensava.

Nessa mesma noite, depois de minha mulher ir dormir, ela sempre se deita cedo porque se levanta as 5horas para ir trabalhar numa padaria. Eu aguardei minha filha, ela tinha me feito um sinal para esperar.

Levou-me para a casa de banho, mesmo ao lado do meu quarto, ligou o chuveiro e disse-me ao ouvido:

“A água apenas vai abafar alguns barulhos papá” dito isso levanta a saia, mostrando um dildo de borracha agarrado á sua cintura.

“Encosta-te a parede”

E, depois encosta-se a mim, por trás, desaperta-me o cinto, passa sua mão por cima dos meus boxers, dava-me tesão, depois baixou-os, amordaçou-me a boca com umas cuecas, sujas, suas que estavam no cesto da roupa para lavar. Enrabou-me sem parar, eu não podia gritar, estava amordaçado e minha mulher dormia ao lado, embora bem isolado o quarto, nunca se sabe. E ela susurrava-me ao ouvido:

“Quem manda? Quem manda?”

Quando minha filha acabou, eu estava no chão, encolhido, como uma vitima de violação, ela, de pé, pisando a minha cara, com olhar vitorioso, tirando fotos com o telemóvel novo que eu lhe tinha oferecido.

Um dia que ainda hoje se repete com bastante frequência.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Conto Erótico 3 - Fui dominado pela minha filha (part1)

Tenho uma vida secreta on-line, onde sou submisso a mulheres, já marquei inclusive encontros com algumas com quem conversei, beijei mesmo os pés de algumas.

Num dia destes, estava em uma conversa com uma rapariga, quando ela perguntou se eu não queria masturbar-me na webcam, enquanto via os seus pés. Claro que sim era uma oportunidade única afinal não é todos os dias que se pode ver lindos pés na cam e ela já me tinha mostrado 2 fotos deles. Pequeninos e rosadinhos. Uma delícia.

Quando ligo a webcam, ela não liga, perguntei o que se passava, se não tinha gostado de mim. Seguiram-se uns minutos de hesitação, depois ela disse:

“ Estou-me a preparar, aguarda um bocadinho ok? Aliás quero-te ajoelhado enquanto aguardas”.

Obedeci, longe de saber que uns minutinhos depois, entraria a minha filha no quarto, me apanhando de surpresa, ajoelhado, de pau duro, olhando para o pc.

Minha filha, ainda é nova, mas já é um traço de mulher, perna longa com aquele músculo da coxa saliente, peitinho erguido, só tinha um defeito, não era muito bonita de cara. Ela sempre andava de salto alto, mini-saia e umbigo à mostra, tanto dentro como fora de casa. Penso que para desviar atenções da sua cara.

Voltando à história...

“Era eu que estava falando no msn papá, desculpe, não sabia que eras tu”

Boca aberta, corado, envergonhado, sem saber onde me enfiar...

“Mas eu quero que me beije meus pés”



Então, ainda meio a medo, eu comecei, beijando a parte de cima do pé, depois chupando os dedinhos, lambendo a sola. Ela fazia força com o pé solto, esmagando a minha cabeça no seu outro pé. Masturbava-se e dizia:

“Sou melhor que a mama ou não sou?”. Repetia constantemente essa pergunta e eu sempre concordava. De realçar que elas sempre tiveram uma relação muito tensa, isto era como uma vingança das proibições de saídas à noite da minha mulher.

Sem saber, estava a fazer isso à frente do pc ainda, só me apercebi quando ela disse:

“Estou a filmar tudo papá, por isso se não queres que ninguém veja a gravação vais fazer tudo o que eu pedir.”

Depois disso, sem aviso, enquanto eu lambia os seus pés mijou para cima de mim, me obrigou a beber tudo o que tinha caído no chão do meu quarto. Agarrou na minha boca á força, obrigou –me a fazer um longo minete até se vir e escorrer nos meus lábios.

Sentou-se na cama e fez-me bater uma, ajoelhado, nas suas pernas e beber meu próprio esperma. Ela ria de mim, chamava-me de escravo e eu fazia-lhe as vontades. Ela tinha-me na sua mão.

Depois dessa vez, eu ainda tentei encontrar o filme no pc dela mas não o achei e isso só piorou as coisas para mim.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Foto do dia...

Conto Erótico 2 - Trabalho de física


Estava para escrever um conto assim e deparei-me com este filme e pensei, porque não juntar os 2....

Calhei na aula de física num grupo com uma rapariga, Patrícia, para fazer um trabalho sobre o movimento parabólico de um projéctil.

Patrícia era uma rapariga linda, alta, loira e com um feitio bastante complicado. Tinha a  mania que era boa, e era.

Fui para a casa dela estudar a matéria do trabalho. Quando cheguei lá reparei como ela estava boa, bem vestida, com uma blusa preta e dourada, a combinar com os seus cabelos,  uns leggings pretos, justos e uma sandália de salto alto, preta, muito sensual. As suas formas pareciam querer sair da roupa.

Começamos a estudar a matéria, mas eu não conseguia concentrar-me. Não parava de olhar para o seu corpo, para os seus pés empinados naquelas sandálias que pareciam dar-lhe mais poder ainda do que já possuía com tamanha beleza, mesmo tentando ser discreto de certeza que ela percebeu.

Não aguentei mais, pedi para ir a casa de banho, ela me levou até à porta da casa de banho, enquanto ela ia a minha frente, abanando-se de uma maneira felina, eu ia atrás, tentando esconder o alto no meio das pernas.

Entrar na casa de banho foi um alívio tremendo, poder baixar os calções, soltar o meu pénis daquela prisão e... masturbar-me

Mas ela deve ter ouvido algo, talvez um pequeno gemido dos muitos que tentava aguentar naquele momento. Perguntou se estava tudo bem e sem esperar resposta entrou pela casa de banho dentro, apanhando-me em flagrante.

Nem pareceu escandalizada. Perguntou o que me tinha deixado tão louco, se tinha sido seu perfume, seu olhar, seu corpo, seus... pés. “Foi tudo” pensei na altura. “Foram seus pés” acabei por dizer sem jeito na hora. Na verdade estava cabisbaixo de vergonha a olhar seus pés quando me fez a pergunta, provavelmente foi por isso que respondi o que respondi, arriscando parecer um tarado.

“Então gostas de pés é? Seu frouxo, eu a pensar que eras um lobo mas afinal não passas de um cachorrinho manso” Disse ela enquanto se ria e com um gesto de dedos me pediu que a seguisse. Seguia nu sem protestar, não estava em posição sequer de hesitar em nada.

Voltámos ao nosso lugar de estudo mas aí ela mandou logo me deitar no chão, lamber sua sola. E eu fazia o que ela mandava enquanto me olhava, poderosa, sentada no sofá. Deu me sua sandália para me masturbar, disse que tinha nojo do meu pénis imundo. Até que me decidiu pisar o pénis com seu pézinho lindo. Disse que eu merecia e eu, delirava com isso, lambia sua sola, ela acariciava meu sexo e por vezes esmagava minhas bolas.

Depois levantou-se, ordenou que a calça-se de novo, me ajoelha-se perante ela e lhe beija-se a sola. Lá estava ela numa posse altiva, de quem manda enquanto eu escravinho dela obedecia e delirava de prazer com as minhas acções. Beijava a sola, beijava o calcanhar, os dedinhos, tudo, não questionava nenhuma ordem.

Ela gemeu de prazer. Ordenou que parasse. Obedeci claro. Sentada de novo pediu que endireita-se as minhas costas perante ela, continuava ajoelhado e assim fiz. De repente começa a dar-me estalos e disse “Dói não dói? É para te lembrares de quem é o sexo forte aqui. Agora volta ao trabalho que quero o relatório pronto hoje mesmo” 

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E lá fiquei eu a fazer o trabalho todo sozinho enquanto ela lia a Vogue e me controlava discretamente. Não me tinha vindo e estava doidinho para o fazer. Tive que aguentar até chegar a casa. E a partir daí sempre a olhei, desejando-a, porém ela nem sequer me dirigiu mais a palavra, a não ser quando necessário.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Grande vídeo

Conto Erótico 1 - Meu primeiro escravo


Roberto era meu vizinho. 2 anos mais velhos que eu. Na altura tinha apenas 14 anos, mas já tinha umas curvas bastantes adultas. Barriguinha lisa e trabalhada, com a curvatura perfeita. Rabinho firme e peitinho empinado, como é normal empinarem as rapariguinhas dessa idade. Mostrando aquilo que ainda mal têm. Um cabelo castanho comprido e uma carinha de anjo. Era, e sou ainda, bastante bonita.



Andávamos na mesma escola, mas Roberto, nem mesmo sendo meu vizinho, me dava atenção. Ele namorava com uma das garotas mais populares da escola, talvez por isso, que passava a vida humilhando as outras raparigas, ou por serem mais feias, mais gordas, mais novas, qualquer coisa servia para ela.

Bem na altura corria o boato que ele tinha canais eróticos descodificados em casa. Um dia ao sair do autocarro ganhei coragem e lhe perguntei. Ele confirmou e acabei por lhe pedir se dava para alguma vez ver. Nunca tinha visto pornografia na altura. Acabamos por combinar sábado à tarde.

No sábado, lá toquei eu à campainha. Vestida com uns jeans justos que realçavam o cu, top preto curtinho a mostrar o umbigo, sandália a mostrar grande parte dos meus pés pequenos.

Sentámos nos no sofá, o mais afastados possível, eu estava intimidada por ele, ele por seu lado não parecia interessado em mim. Como é óbvio, e na altura ainda não sabia, quando se vê um filme destes os rapazes ficam mais susceptíveis...

A dada altura ele começa a olhar por mim, a elogiar-me, estava deitada numa ponta do sofá com os pés em cima do sofá, ele apenas sentado na outra ponta. Depois quase sem querer toco-lhe com um dos meus pés no pénis dele, oculto entre as calças de fato de treino que vestia, ele se manifestou, ficou mais saliente, curiosa continuei a insistir, Roberto derreti-se como manteiga perante mim.

Depois perguntei-lhe pela namorada, ele disse que não importava. Inclinei-me perante ele, sem saber estava eu a tomar a parte dominante, talvez fosse instinto. Beijei-o, baixei a cabeça dele perante meus seios, esfreguei lá a cara dele. Depois ele mesmo foi baixando, passando a língua no meu umbigo. Por fim, estava de joelhos no chão lambendo minha cona, enquanto eu olhava para ele de cima para baixo, com um olhar altivo. Na altura eu sabia que ele estava na minha mão, me sentia poderosa.

Comecei a falar num tom imperativo:
“Lambe minha princesa”
“Beije meu pé, agora”

E ele obedecia,  esfregava agora a cara dele na minha vagina molhada, deixando os cabelos dele, a boca, o nariz,  com o meu cheiro. Eu cada vez gozava mais, ele também.
Perguntei quem era melhor,  eu a sua namorada. O obriguei a gritar que era eu. Tinha a felicidade estampada no meu rosto, ele tinha o meu lubrificante natural no dele.

Depois mandei-lhe um pontapé nas bolas, já tinha tido um orgasmo e estava a ficar cansada, dar-lhe um pontapé foi a única coisa que me ocorreu na altura. Ele ficou incapacitado deitado no chão. Então comecei a pisá-lo e a dizer que ele ia fazer o que eu mandasse a partir de agora. Ele veio-se enquanto eu o pisava e ele me prometia obedecer. Veio-se sem sequer tirar as calças.



A partir dessa altura eu passei a mandar nele, senão não voltávamos a repetir esse dia. Na escola inicialmente, ele me protegia da namorada, que nem suspeitava, pensava provavelmente que era por sermos vizinhos, até ao dia em que eu lhe mandei me beijar a frente dela, depois ajoelhar-se perante mim e me beijar o pé. Tinha-o humilhado não só a ele publicamente mas também a namorada dele. Depois disso acabaram claro e ele continuou a ser meu por mais uns tempos.