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sexta-feira, 1 de maio de 2015
A diabinha e o Professor Crente
Li este conto e adorei, por isso partilho com vocês:
Leia o conto aqui
Mais contos do mesmo site :brasilcfnm.blogspot.pt
domingo, 3 de março de 2013
Li e adorei este conto...
...como não foi escrito por mim, penso que por Goddess Grazi, deixo aqui o link para o conto.
De qualquer maneira podem saber mais sobre esta magnífica Deusa nos endereços:
É realmente uma obra de deus (em minúsculas porque Deus será Ela, ou melhor Deusa).
De qualquer maneira podem saber mais sobre esta magnífica Deusa nos endereços:
É realmente uma obra de deus (em minúsculas porque Deus será Ela, ou melhor Deusa).
sábado, 2 de março de 2013
Entre irmãs - Conto erótico 9
Não sendo lésbicas bem a minha praia, e como também não encontrei muitos contos de lezdom na internet, acho que não ficou mal de todo, dedicado a SENHORA ISABEL, que tem muita responsabilidade nele também.

Susana era uma rapariga linda, e sabia disso. 24 anos de vida, cabelos castanhos, quase de um tom ruivo que fazia sobressair os seus olhos esverdeados. Dona de uma arrogância extrema que vem do orgulho de quem sabe que mexe com os outros.
Depois de mais um dia de trabalho, Susana chegava a casa, ainda vivia na dos pais como muitas raparigas da sua idade. Parecia um dia normal como todos os outros mas, ao chegar a casa teve uma surpresa. A sua irmã mais nova, Natália, 18 aninhos acabados de fazer esperava por ela.
"Estúpida! Quem te deu autorização para levar as minhas havaianas?" - Perguntou Natália. - "Não sabias que tinha natação hoje e ia levá-las?" - Continuou. Susana sabia sim, mas as havaianas pretas da irmã, novas ainda, ficavam de perfeição nos seus pés, por isso de manhã pegou e levou-as.
Com um sorriso na cara respondeu à irmã. "Aqui em casa o que é teu também é meu pirralha, dá-te por satisfeita se um dia as voltares a usares" - riu sarcástica.
"Era o que mais faltava as chinelas são minhas, como te atreves a usa-las sem sequer me pedires" - Respondeu a irmã, fula por a sua irmã mais velha ainda gozar na cara dela. - "Dá-me as chinelas." - Susana virou-lhe as costas ignorando-a e seguindo para dentro de casa. "Dá-me as chinelas JÁ" - Grita Natália enquanto se aproxima da irmã com olhar de fúria e desafio. "Ou me dás a bem ou a mal" - E enquanto proferia tais palavras empurrou a irmã. Susana sem contemplações virou-se e mandou uma bofetada a irmã mais nova e, seguiu para o seu quarto.
Natália volta a carga, depois de se recompor e puxa o ombro da irmã para trás. - "Dá-mas já senão..." Susana responde erguendo o peito, dizendo, entre gargalhadas: - "Senão o que? O que vais fazer pirralha?... Tadinha, nestas havaianas nunca mais tocas."
Natália dá uma bofetada à irmã, e antes que esta se recomponha atira-a para a cama. Enquanto Susana, desamparada e surpresa, tenta apanhar os óculos que lhe tinham caído, Natália debruça-se sobre ela numa tentativa de lhe tirar as chinelas dos pés. Susana manda pontapés às cegas tentando-se defender e colocar os óculos em simultâneo, mas Natália está cega e já a esbofeteava nesse intervalo de tempo, acertando de novo na cara e nos óculos de forma a que Susana caia desamparada e indefesa.
"DA-ME AS CHINELAS" - Insistia Natália, que não perdia tempo e continuava a atacar a irmã no chão. A Susana apenas restava esbracejar e pontapear à toa na esperança de atingir a irmã. Mas Natália não parava e continua à carga.
A irmã mais velha descobre que a irmãnzinha é mais forte que ela, e tenta fugir a rastejar. É nesse momento que Natália consegue retirar-lhe umas das havaianas, sobre os gritos de Susana para que a larga-se, a fim de se afastar. Natália pisa a irmã.
"Dá-me a outra! DA-Me." - agora era Natália quem sorria, vitoriosa, sentindo a sua irmã mais velha aos seus pés. - "Não volto a pedir" - remata agora com a chinela recuperada na mão, e, sem hesitar usa-a com força e convicção atingindo novamente a cara da irmã.
"Não"- Respondia Susana, agora de joelhos, tentando-se levantar, à frente da irmã. SLAP! Outra chinelada na cara da irmã, que gemeu de dor.
Aproveitou a ocasião para lhe tirar a outra chinela. - "AHAHAH, Vês? E agora ahahaha" Ri-se Natália vitoriosa, enquanto a sua irmã estava ajoelhada aos seus pés. Susana tenta tudo em desespero e salta com toda a força na direcção da irmã, que sem dificuldade a imobiliza com as pernas, impedindo-a de se levantar. - "Gostas assim tanto das minhas chinelas? GOSTAS?" - Susana solta uma lágrima de humilhação - "Deves gostar para teres lutando tanto por elas ahaha, GOSTAS?"
"Para!" - Responde timidamente Susana.
"GOSTAS? RESPONDE!" - Insiste Natália.
Susana responde num murmúrio: - "Sim" - Como resposta Natália aperta ainda mais as suas pernas bem trabalhadas da natação.
"Vou-te dar uma lição que NUNCA mais vais mexer nas minhas coisas."
"O que queres dizer!.... Para!" - Susana pouco mais podia fazer ao sentir que sua irmã tinha rolado um pouco de forma a que as suas nádegas ficassem viradas para cima e, sem aviso prévio, SLAP, quando a primeira chinelada aterrou no seu rabo, Susana nem queria acreditar!... Gemeu de dor, enquanto lágrimas de humilhação escorreram pelo rosto. SLAP, continuava o calvário. - "Mana pára por favor." - SLAP
"Vais apanhar até ter a certeza que NUNCA mais lhes tocas" - SLAP, as chineladas aumentavam de intensidade, SLAP SLAP.
"Desculpa, desculpa" - Repetia Susana sem parar.
"Tarde de mais" - SLAP.
"Nunca mais faço."
"Como se acredita-se em ti." - SLAP.
"Faço o que quiseres mas para, por favor." - A chinela caía firme e certeira alternadamente nas nádegas da arrependida irmã.
"UAU!.... que mudança de humor.... há pouco eras a Rainha da Arrogância e agora fazes o QUE EU QUISER?."
"Desculpa Natália, desculpa, estou arrependida."
"O quanto estás arrependida?" - SLAAP! Nova chinelada como se a incitar a mana.
"Muito, juro que nunca mais pego no que e teu."
"Dizes isso agora, assim que te soltar voltas a ser a cabra do costume..."
"Não, juro vou ser uma boa irmã, juro." - SLAAAP!
"Toma, agora apanhas. porque eu quero. e posso. AHAHAh" - Solta uma gargalhada maléfica. SLAP! "Faço tudo o que quiseres, Natália, por favor, não aguento mais." - Susana suplica.
"Preciso de ter a certezinha absoluta, quando te largar."
"Juro."
Natália sorri, pois nunca tinha visto a irmã tão mansa e submissa. - "Preciso de testar isso." - E ao dizer isso tira o telemóvel e fotografa Susana submissa a si.
"Não tires fotos disto por favor." - De nada valeram as súplicas de Susana, agora a irmã mais nova estende um pé para a sua cara...
"Dá um beijinho à mana, dá." - Susana tenta estender-se até à cara da irmã, mas a irmã força-a de encontro ao seu pé, chegando-o mais perto dos lábios.
"No pé! ? Não por favor!"
"Vá lá.... no pézinho... da mana... vá, em sinal de rendição, só assim acredito em ti..." - Susana beija rapidamente. - "Ohhh, a fugir à polícia? Vá lá, princesa.... dá-me um beijo a sério." - Susana olha com olhar de suplica e humilhação enquanto beija. - "Sabes que a mana até tem uns pés lindos... tenho, não tenho?"
"Sim." - Responde num sussurro Susana, enquanto a irmã cola o pé à boca dela, brinca com o dedo grande nos lábios dela, fazendo-a sentir-se repugnada. Enquanto isso a irmã olha para ele e faz um beicinho enternecedor.
"Dá beijinho a mim, dá." - E move o dedo em torno dos lábios da irmã, que antes lhe fazia a vida num inferno.
"Sim mana." - Natália passa de novo o pé a raspar a cara da irmã de uma forma quase sensual.
"Beija!" - Ordena num sussurro. Susana obedece. - "Hummm que linda." - Suspira a mais nova. - "Estás a beijar em sinal de rendição? De submissão à mana mais forte?"
"Sim."
"Quero ouvir! Mais alto!"
"SIM."
"Vou-te largar e vais beijar também o outro, ok? Não faças nenhum disparate..."

Susana era uma rapariga linda, e sabia disso. 24 anos de vida, cabelos castanhos, quase de um tom ruivo que fazia sobressair os seus olhos esverdeados. Dona de uma arrogância extrema que vem do orgulho de quem sabe que mexe com os outros.
Depois de mais um dia de trabalho, Susana chegava a casa, ainda vivia na dos pais como muitas raparigas da sua idade. Parecia um dia normal como todos os outros mas, ao chegar a casa teve uma surpresa. A sua irmã mais nova, Natália, 18 aninhos acabados de fazer esperava por ela.
"Estúpida! Quem te deu autorização para levar as minhas havaianas?" - Perguntou Natália. - "Não sabias que tinha natação hoje e ia levá-las?" - Continuou. Susana sabia sim, mas as havaianas pretas da irmã, novas ainda, ficavam de perfeição nos seus pés, por isso de manhã pegou e levou-as.
Com um sorriso na cara respondeu à irmã. "Aqui em casa o que é teu também é meu pirralha, dá-te por satisfeita se um dia as voltares a usares" - riu sarcástica.
"Era o que mais faltava as chinelas são minhas, como te atreves a usa-las sem sequer me pedires" - Respondeu a irmã, fula por a sua irmã mais velha ainda gozar na cara dela. - "Dá-me as chinelas." - Susana virou-lhe as costas ignorando-a e seguindo para dentro de casa. "Dá-me as chinelas JÁ" - Grita Natália enquanto se aproxima da irmã com olhar de fúria e desafio. "Ou me dás a bem ou a mal" - E enquanto proferia tais palavras empurrou a irmã. Susana sem contemplações virou-se e mandou uma bofetada a irmã mais nova e, seguiu para o seu quarto.
Natália volta a carga, depois de se recompor e puxa o ombro da irmã para trás. - "Dá-mas já senão..." Susana responde erguendo o peito, dizendo, entre gargalhadas: - "Senão o que? O que vais fazer pirralha?... Tadinha, nestas havaianas nunca mais tocas."
Natália dá uma bofetada à irmã, e antes que esta se recomponha atira-a para a cama. Enquanto Susana, desamparada e surpresa, tenta apanhar os óculos que lhe tinham caído, Natália debruça-se sobre ela numa tentativa de lhe tirar as chinelas dos pés. Susana manda pontapés às cegas tentando-se defender e colocar os óculos em simultâneo, mas Natália está cega e já a esbofeteava nesse intervalo de tempo, acertando de novo na cara e nos óculos de forma a que Susana caia desamparada e indefesa.
"DA-ME AS CHINELAS" - Insistia Natália, que não perdia tempo e continuava a atacar a irmã no chão. A Susana apenas restava esbracejar e pontapear à toa na esperança de atingir a irmã. Mas Natália não parava e continua à carga.
A irmã mais velha descobre que a irmãnzinha é mais forte que ela, e tenta fugir a rastejar. É nesse momento que Natália consegue retirar-lhe umas das havaianas, sobre os gritos de Susana para que a larga-se, a fim de se afastar. Natália pisa a irmã.
"Dá-me a outra! DA-Me." - agora era Natália quem sorria, vitoriosa, sentindo a sua irmã mais velha aos seus pés. - "Não volto a pedir" - remata agora com a chinela recuperada na mão, e, sem hesitar usa-a com força e convicção atingindo novamente a cara da irmã.
"Não"- Respondia Susana, agora de joelhos, tentando-se levantar, à frente da irmã. SLAP! Outra chinelada na cara da irmã, que gemeu de dor.
Aproveitou a ocasião para lhe tirar a outra chinela. - "AHAHAH, Vês? E agora ahahaha" Ri-se Natália vitoriosa, enquanto a sua irmã estava ajoelhada aos seus pés. Susana tenta tudo em desespero e salta com toda a força na direcção da irmã, que sem dificuldade a imobiliza com as pernas, impedindo-a de se levantar. - "Gostas assim tanto das minhas chinelas? GOSTAS?" - Susana solta uma lágrima de humilhação - "Deves gostar para teres lutando tanto por elas ahaha, GOSTAS?"
"Para!" - Responde timidamente Susana.
"GOSTAS? RESPONDE!" - Insiste Natália.
Susana responde num murmúrio: - "Sim" - Como resposta Natália aperta ainda mais as suas pernas bem trabalhadas da natação.
"Vou-te dar uma lição que NUNCA mais vais mexer nas minhas coisas."
"O que queres dizer!.... Para!" - Susana pouco mais podia fazer ao sentir que sua irmã tinha rolado um pouco de forma a que as suas nádegas ficassem viradas para cima e, sem aviso prévio, SLAP, quando a primeira chinelada aterrou no seu rabo, Susana nem queria acreditar!... Gemeu de dor, enquanto lágrimas de humilhação escorreram pelo rosto. SLAP, continuava o calvário. - "Mana pára por favor." - SLAP
"Vais apanhar até ter a certeza que NUNCA mais lhes tocas" - SLAP, as chineladas aumentavam de intensidade, SLAP SLAP.
"Desculpa, desculpa" - Repetia Susana sem parar.
"Tarde de mais" - SLAP.
"Nunca mais faço."
"Como se acredita-se em ti." - SLAP.
"Faço o que quiseres mas para, por favor." - A chinela caía firme e certeira alternadamente nas nádegas da arrependida irmã.
"UAU!.... que mudança de humor.... há pouco eras a Rainha da Arrogância e agora fazes o QUE EU QUISER?."
"Desculpa Natália, desculpa, estou arrependida."
"O quanto estás arrependida?" - SLAAP! Nova chinelada como se a incitar a mana.
"Muito, juro que nunca mais pego no que e teu."
"Dizes isso agora, assim que te soltar voltas a ser a cabra do costume..."
"Não, juro vou ser uma boa irmã, juro." - SLAAAP!
"Toma, agora apanhas. porque eu quero. e posso. AHAHAh" - Solta uma gargalhada maléfica. SLAP! "Faço tudo o que quiseres, Natália, por favor, não aguento mais." - Susana suplica.
"Preciso de ter a certezinha absoluta, quando te largar."
"Juro."
Natália sorri, pois nunca tinha visto a irmã tão mansa e submissa. - "Preciso de testar isso." - E ao dizer isso tira o telemóvel e fotografa Susana submissa a si.
"Não tires fotos disto por favor." - De nada valeram as súplicas de Susana, agora a irmã mais nova estende um pé para a sua cara...
"Dá um beijinho à mana, dá." - Susana tenta estender-se até à cara da irmã, mas a irmã força-a de encontro ao seu pé, chegando-o mais perto dos lábios.
"No pé! ? Não por favor!"
"Vá lá.... no pézinho... da mana... vá, em sinal de rendição, só assim acredito em ti..." - Susana beija rapidamente. - "Ohhh, a fugir à polícia? Vá lá, princesa.... dá-me um beijo a sério." - Susana olha com olhar de suplica e humilhação enquanto beija. - "Sabes que a mana até tem uns pés lindos... tenho, não tenho?"
"Sim." - Responde num sussurro Susana, enquanto a irmã cola o pé à boca dela, brinca com o dedo grande nos lábios dela, fazendo-a sentir-se repugnada. Enquanto isso a irmã olha para ele e faz um beicinho enternecedor.
"Dá beijinho a mim, dá." - E move o dedo em torno dos lábios da irmã, que antes lhe fazia a vida num inferno.
"Sim mana." - Natália passa de novo o pé a raspar a cara da irmã de uma forma quase sensual.
"Beija!" - Ordena num sussurro. Susana obedece. - "Hummm que linda." - Suspira a mais nova. - "Estás a beijar em sinal de rendição? De submissão à mana mais forte?"
"Sim."
"Quero ouvir! Mais alto!"
"SIM."
"Vou-te largar e vais beijar também o outro, ok? Não faças nenhum disparate..."
(continua... ou não)
sábado, 17 de março de 2012
Escravo da cunhada - Conto erótico 8
Sempre vivi bem, filho de pais ricos, gestor de uma boa empresa e casado com uma empresária de sucesso.
Com a crise a apertar, a irmã da minha mulher ficou desempregada, sem dinheiro para pagar as empréstimos ao banco e conseguir manter-se independente economicamente. A minha esposa então falou comigo, pediu para ele ficar cá em casa um tempo só até arranjar um novo emprego e poder seguir sua vida de novo. Disse que não, nunca gostei muito dela, era arrogante, nariz empinado, sempre a criticar-me e dizer que não era homem para o meu amor nos jantares de família, como tal nunca partilhei de grande simpatia por ela mas a minha esposa insistiu e insistiu até que cedi.Com a minha cunhada em casa, sem fazer nada, sem procurar trabalho ou ajudar nas lidas de casa, por isso passado uns meses achei que tinha que intervir ter uma conversa com ela, procurei uma oportunidade em que a minha mulher estivesse fora para não intervir em socorro da irmã.
Chamei-a numa manha de domingo, sozinhos os dois, ela de jeans justos e top branco, sentada junto á piscina, brincando com o seu porta chaves em forma de pequenas algemas de cabedal. Arrogantemente, como se fosse ela a dona da casa, pergunta o que quero. Abro o jogo e no meu da discussão jogo-lhe o telemóvel para piscina. Furiosa enche-me de estalos chicoteia-me com a mangueira e pontapeia-me nos tomates. Fico estendido de dores no chão enquanto ela me chama de impotente e entra vestida para a piscina para ir buscar o telemóvel.
Nunca pensei que fosse tão forte, ela dirige-se a mim com raiva, pisa-me violentamente e senta-se em cima de mim. Chama-me putinha diz que manda em mim. Eu ameaço-a que isto não fica assim, que quando contar tudo a irmã ela vai ter que sair de casa, mas...
Mas ela ri-se de mim, chama-me fraco, diz que eu nunca vou contar nada porque vou ter vergonha na cara e como tal não vou dizer que apanhei porrada de uma mulher, quanto muito vou ter que pagar para ela não dizer nada. Eu riu-me sarcasticamente, ela não teria provas penso. Mas, como se ela me tive-se lido o pensamento, amarra-me e vai buscar a máquina fotográfica. Senta-se em cima de mim me humilha, insulta, arrasta-me pelo jardim fora até que me amarra para as escadas da piscina. Pergunta-me se eu sei para que serve o porta chaves dela.. Ri-se alto enquanto me algema, os seus risos contrastam com as minhas lagrimas, ameaça-me deixar ali até minha esposa chegar, imploro-lhe para me deixar ir, ofereço-lhe o que quiser. Ela diz que já tratou disso, calça-se, sapato rosa, salto alto, e pisa-me. Ordena na sua voz rouca. “ pede para beijar os meus pés, pede”. Eu choro e peço, estou nas suas mãos. Ela fotografa e brinca comigo. Fiquei excitado e ela reparou. “Espera aqui como um cão fiel, vou trocar de roupa para irmos ao notário para passares alguns bens para meu nome”.
E eu esperei, excitado, vendo-a a ir em direcção a casa naquela roupa molhada, balançando as ancas e regressar divina e poderosa. Deu-me um estalo. “Vamos até ao teu carro, ou devo dizer meu carro?”. Não sei porquê mas dei-lhe logo as chaves, mesmo sem ela pedir
. Antes de irmos obriga-me a lavar a sola dos seus sapatos, sujos e gastos, o sorriso na sua cara deixa-me mais louco e venho-me nas calças, de joelhos perante ela. A partir daí a minha casa, carro e parte do ordenado lhe pertencem, assim como a minha alma, em troca do silêncio. Minha mulher não sabe e nem se importa que ela tenha começado a dar ordens na casa. Eu obedeço.
Fotos de :Mistress Katja
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Vizinha de cima - Conto Erótico 7
Minha vizinha de cima tocou à campainha, surpreendido abri a porta e perguntei o que ela queria.
Seu nome é Isabel, grande corpo, sempre de sandália de salto alto, com um andar que embala qualquer homem.
Trocou um olhar comigo, recuei, e ela disse:
“Caiu alguma da minha lingerie do estendal para a sua varanda, posso ir buscá-la”
“Claro!” Respondi enquanto adorava as suas formas e me excitava .
Apanhou suas cuecas, mostrou-mas não resisti e dei-lhe uma palmada no seu traseiro.
“Tu não querias isso... Tens ideia do que ia acontecer a seguir???????”- foi a reacção dela.
“Diz-me por favor.” Respondi eu com um sorriso no rosto.
“Sabes guardar um segredo?” perguntou ela com uma voz sedutora, eu acenei afirmativamente com a cabeça.
“Uma das minhas mais excitantes fantasias é usar calçado de outras mulheres, quer seja para calçar quer seja para bater... por isso, adoro a ideia de te poder dar a surra da tua vida com as chinelas da Sofia.” Sofia era a minha mulher, ausente na altura, eu quase rebentei de excitação com as suas palavras.
“A ideia de pegar numa chinela velha, bem usada, de outra rapariga e fazê-la "cantar" no vulnerável corpo de um escravo... ui ui ui...
Essas chinelas da Sofia são do tipo que gosto de usar para castigar.” Disse ela ao olhar para umas chinelas da minha mulher guardadas na sapateira, pegou nelas, acariciou-as.
“Pare eu não aguento de tanta tesão.” E não aguentava mesmo, estava fora de mim.
“Tens que aguentar, como terias de aguentar as chineladas que eu ia dar nessa bundinha miserável.” E nessa hora começou-me a açoitar com uma violência doida, atingiu-me na cara com as chinelas, pontapeou-me o meu corpo, fez-me tombar a seus pés.
Depois parou, só para me obrigar a passar a língua pela a chinela... e depois continuou, impiedosa, eu suplicava-lhe para parar, mas estava a adorar, nunca tinha apanhado de uma mulher, mas estava a sentir-me bem com isso, como um miserável ser aos pés da minha vizinha.
Chorei de dor e tesão.
“Me deixe vir por favor não aguento mais” supliquei.
“Livra-te de te vires!!!!!!!!!!!!!!
hummmmm.....
Estou a adorar tanta devoção... é exactamente assim que gosto de Meus escravos...
Quero que sofras. Adoro ver-te desesperado, isso faz parte da tua vida de sofrimente nas Minhas mãos.... e PÉS!”
“Adorava depois poder chamar a tua mulher para o pé de Mim para ver a porcaria de homem que arranjou...
Um escravo, sem vontade própria que só serve para bater, humilhar e nos fazer os serviços, bater-te com crueldade, à frente dela, para lhe mostrar que não serves para mais nada senão para isto e ainda havias de ser Meu tapete, para Eu passear em cima de ti. Talvez de nós as duas ao mesmo tempo... Eu e a Sofia”
Ordenou que lambesse a sua sola, enquanto eu estava estendido no chão, lambi, e ela perguntou:
“Diz-me a que sabe”
“A minha submissão por você” respondi.
“Gostava de passar um dia com a Sofia, a conversar, ler revistas e ver televisão, enquanto tu fazias TODAS as tarefas caseira, incluindo servir-Nos.”
Voltou a pegar na chinela da minha mulher.
“Cheira a palmilha, agora.... lambe... vá passa a língua, que mando EU, agora vira e beija a SOLA com respeito.
Neste momento essas chinelas são MINHAS! lambe a sola.”
Depois voltou a mandar-me com as chinelas na cara.
“Vai deixar marcas na cara.” Reagi eu.
“Não sejas mariquinhas, aguenta como um escravo.
Queres masturbar-te a gora?”
“Sim Isabel por favor!” Respondi.
Ela despiu-me com agressividade.
“Estás à rasquinha para bater uma punheta?”. Eu confirmei.
“Vamos, vem-te para a tua Dona
A tua Senhora quer ver esse leitinho todo...
Agora sou Eu que te ordeno que te venhas, tens coragem de o fazer no chinelo???
Quero que te venhas com quanta força tiveres. Mostra Me como sou Sexy, boazuda e atraente...
Mostra-Me esse leitinho todo que tens para a tua Dona...”
Vim-me na sola do chinelo da minha mulher.
Obrigou-me a lamber o chinelo para não deixar vestígios e começou a pisar-me como se fosses um tapete de limpar os Pés
“Vou dizer a Sofia o quanto tu NÃO pretas.... a porcaria que tu és...”
“Não diga nada dona” Supliquei com medo.
“Estupido!
És uma merda que não vales nada.
A Sofia precisa de saber que tu não és digno de ser namorado dela.
Não passas de um capacho. és bom para usar.
Ela vai aprender a usar-te. A aproveitar-se dessa tua submissão estúpida...
... a gozar contigo. A mandar-te fazer tarefas e no fim ainda se vai rir de ti Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... “
“Não faça isso senhora, por favor”
“Tu irás servi-la, ela bater-te, cospir-te em cima e ainda se vai rir de ti!
Preciso sair mas quero humilhar-te mais um pouco, dizer-te que não vales nadinha.
Ela vai passar a usar-te apenas para se divertir. Talvez até convide as amigas para lhes prepares um chá
e depois bater-te diante delas para exibir o seu novo escravo: a sua aquisição.
Serás, claro. de Mim e de todas as raparigas que te quiserem experimentar
a partir de hoje és "público", pertences a todas as Mulheres que usem um par de chinelas.
Seria uma delicia ter-te a servir-Me e à Sofia. Gozávamos as duas contigo, cheias de cumplicidades e risinhos fúteis.”
Foi a carteira, tirou um dildo.
“Também gostava de usar um dildo em ti, fazer-te COMPLETAMENTE submisso. a MIM!
Não há maior submissão do que um macho entregar o seu precioso rabinho para a Dona fazer o que quiser com ele...
Vou comer-te como se fosses uma puta”
“Meu Cu ainda e virgem dona, por favor não me faça mal” pedi eu com lágrimas a correrem-me no rosto.
“Eu sei. Por isso ainda o quero mais.
Queria ser a primeira a usá-lo.” Depois com um enorme dildo, começou a entrar, a sair, a entrar, a sair, e eu, eu a ganir como uma cadela.
“Pede mais, para te vires.” E eu pedi.
“Toma, puta para saberes o que é bom, o que ter uma Dona a quem obedecer.
Toma mais, putéfia.”
E eu vim-me enquanto era enrabado por Ela.
“Sua puta, agora és MINHA escrava.
Esporras-te toda, Minha puta predilecta, enquanto apanhas o que mereces
PUTA! Mas tu não prestas mesmo, heinn?”
E começou a açoitar me de novo na cara.
“Quero ver como vais explicar as marcas à Sofia ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!...
Se Eu pudesse fazia vir toda a noite, até te esgotar, enchia-te a cara de chineladas.
Adoro um escravo dedicado.”
Deixou-me estendido no chão da minha casa, pegou nas suas cuecas e foi para sua casa...
Agora chantagia-me todos os dias que vai contar à minha mulher, tem-me na mão e continua a dar-me surras incríveis.
Inspirado na Senhora Isabel
Seu nome é Isabel, grande corpo, sempre de sandália de salto alto, com um andar que embala qualquer homem.
Trocou um olhar comigo, recuei, e ela disse:
“Caiu alguma da minha lingerie do estendal para a sua varanda, posso ir buscá-la”
“Claro!” Respondi enquanto adorava as suas formas e me excitava .
Apanhou suas cuecas, mostrou-mas não resisti e dei-lhe uma palmada no seu traseiro.
“Tu não querias isso... Tens ideia do que ia acontecer a seguir???????”- foi a reacção dela.
“Diz-me por favor.” Respondi eu com um sorriso no rosto.
“Sabes guardar um segredo?” perguntou ela com uma voz sedutora, eu acenei afirmativamente com a cabeça.
“Uma das minhas mais excitantes fantasias é usar calçado de outras mulheres, quer seja para calçar quer seja para bater... por isso, adoro a ideia de te poder dar a surra da tua vida com as chinelas da Sofia.” Sofia era a minha mulher, ausente na altura, eu quase rebentei de excitação com as suas palavras.
“A ideia de pegar numa chinela velha, bem usada, de outra rapariga e fazê-la "cantar" no vulnerável corpo de um escravo... ui ui ui...
Essas chinelas da Sofia são do tipo que gosto de usar para castigar.” Disse ela ao olhar para umas chinelas da minha mulher guardadas na sapateira, pegou nelas, acariciou-as.
“Pare eu não aguento de tanta tesão.” E não aguentava mesmo, estava fora de mim.
“Tens que aguentar, como terias de aguentar as chineladas que eu ia dar nessa bundinha miserável.” E nessa hora começou-me a açoitar com uma violência doida, atingiu-me na cara com as chinelas, pontapeou-me o meu corpo, fez-me tombar a seus pés.
Depois parou, só para me obrigar a passar a língua pela a chinela... e depois continuou, impiedosa, eu suplicava-lhe para parar, mas estava a adorar, nunca tinha apanhado de uma mulher, mas estava a sentir-me bem com isso, como um miserável ser aos pés da minha vizinha.
Chorei de dor e tesão.
“Me deixe vir por favor não aguento mais” supliquei.
“Livra-te de te vires!!!!!!!!!!!!!!
hummmmm.....
Estou a adorar tanta devoção... é exactamente assim que gosto de Meus escravos...
Quero que sofras. Adoro ver-te desesperado, isso faz parte da tua vida de sofrimente nas Minhas mãos.... e PÉS!”
“Adorava depois poder chamar a tua mulher para o pé de Mim para ver a porcaria de homem que arranjou...
Um escravo, sem vontade própria que só serve para bater, humilhar e nos fazer os serviços, bater-te com crueldade, à frente dela, para lhe mostrar que não serves para mais nada senão para isto e ainda havias de ser Meu tapete, para Eu passear em cima de ti. Talvez de nós as duas ao mesmo tempo... Eu e a Sofia”
Ordenou que lambesse a sua sola, enquanto eu estava estendido no chão, lambi, e ela perguntou:
“Diz-me a que sabe”
“A minha submissão por você” respondi.
“Gostava de passar um dia com a Sofia, a conversar, ler revistas e ver televisão, enquanto tu fazias TODAS as tarefas caseira, incluindo servir-Nos.”
Voltou a pegar na chinela da minha mulher.
“Cheira a palmilha, agora.... lambe... vá passa a língua, que mando EU, agora vira e beija a SOLA com respeito.
Neste momento essas chinelas são MINHAS! lambe a sola.”
Depois voltou a mandar-me com as chinelas na cara.
“Vai deixar marcas na cara.” Reagi eu.
“Não sejas mariquinhas, aguenta como um escravo.
Queres masturbar-te a gora?”
“Sim Isabel por favor!” Respondi.
Ela despiu-me com agressividade.
“Estás à rasquinha para bater uma punheta?”. Eu confirmei.
“Vamos, vem-te para a tua Dona
A tua Senhora quer ver esse leitinho todo...
Agora sou Eu que te ordeno que te venhas, tens coragem de o fazer no chinelo???
Quero que te venhas com quanta força tiveres. Mostra Me como sou Sexy, boazuda e atraente...
Mostra-Me esse leitinho todo que tens para a tua Dona...”
Vim-me na sola do chinelo da minha mulher.
Obrigou-me a lamber o chinelo para não deixar vestígios e começou a pisar-me como se fosses um tapete de limpar os Pés
“Vou dizer a Sofia o quanto tu NÃO pretas.... a porcaria que tu és...”
“Não diga nada dona” Supliquei com medo.
“Estupido!
És uma merda que não vales nada.
A Sofia precisa de saber que tu não és digno de ser namorado dela.
Não passas de um capacho. és bom para usar.
Ela vai aprender a usar-te. A aproveitar-se dessa tua submissão estúpida...
... a gozar contigo. A mandar-te fazer tarefas e no fim ainda se vai rir de ti Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... Ah!... “
“Não faça isso senhora, por favor”
“Tu irás servi-la, ela bater-te, cospir-te em cima e ainda se vai rir de ti!
Preciso sair mas quero humilhar-te mais um pouco, dizer-te que não vales nadinha.
Ela vai passar a usar-te apenas para se divertir. Talvez até convide as amigas para lhes prepares um chá
e depois bater-te diante delas para exibir o seu novo escravo: a sua aquisição.
Serás, claro. de Mim e de todas as raparigas que te quiserem experimentar
a partir de hoje és "público", pertences a todas as Mulheres que usem um par de chinelas.
Seria uma delicia ter-te a servir-Me e à Sofia. Gozávamos as duas contigo, cheias de cumplicidades e risinhos fúteis.”
Foi a carteira, tirou um dildo.
“Também gostava de usar um dildo em ti, fazer-te COMPLETAMENTE submisso. a MIM!
Não há maior submissão do que um macho entregar o seu precioso rabinho para a Dona fazer o que quiser com ele...
Vou comer-te como se fosses uma puta”
“Meu Cu ainda e virgem dona, por favor não me faça mal” pedi eu com lágrimas a correrem-me no rosto.
“Eu sei. Por isso ainda o quero mais.
Queria ser a primeira a usá-lo.” Depois com um enorme dildo, começou a entrar, a sair, a entrar, a sair, e eu, eu a ganir como uma cadela.
“Pede mais, para te vires.” E eu pedi.
“Toma, puta para saberes o que é bom, o que ter uma Dona a quem obedecer.
Toma mais, putéfia.”
E eu vim-me enquanto era enrabado por Ela.
“Sua puta, agora és MINHA escrava.
Esporras-te toda, Minha puta predilecta, enquanto apanhas o que mereces
PUTA! Mas tu não prestas mesmo, heinn?”
E começou a açoitar me de novo na cara.
“Quero ver como vais explicar as marcas à Sofia ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!... ah!...
Se Eu pudesse fazia vir toda a noite, até te esgotar, enchia-te a cara de chineladas.
Adoro um escravo dedicado.”
Deixou-me estendido no chão da minha casa, pegou nas suas cuecas e foi para sua casa...
Agora chantagia-me todos os dias que vai contar à minha mulher, tem-me na mão e continua a dar-me surras incríveis.
Inspirado na Senhora Isabel
sábado, 16 de outubro de 2010
Conto 6 - A irmâ da minha namorada
Vou buscar todos os dias a minha namorada ao trabalho ao final da tarde. Antes de sair-mos realmente ara namorar eu levo-a a casa dela para tomar banho e se arranjar. Enquanto ela faz isso, costumo esperar na sala ao lado do quarto dela.
Acontece que ela tem uma irmã mais nova.14 aninhos, muito gira, loira, sempre bem vestida, com um sorriso maroto. Ela está a passar aquela fase em que o sexo é uma experiência nova. E como normal numa rapariga da idade dela sente-se atraída por homens mais velhos, neste caso eu, que sou 10 anos mais velho.. então toda a hora que a minha namorada vai se cuidar para sair ela dá em cima de mim.
Num dia destes, ela me telefonou ao inicio da tarde para ir la a casa ver o seu computador, que estava a dar problemas, eu sou engenheiro de informática. Chegando lá, sua irmã me recebeu, bonita, com um top vermelho, calça de ganga preta justa e umas sandálias de salto alto. Dá-me a mão, sorri e me leva até ao quarto dela, abanando as ancas de uma forme felina que me deixou louco.
Entro no quarto dela, baixo-me para ligar o computador e, ela altiva ,diz: “Vira-te para mim”. Surpreendido e de gatas obedeço e logo ela pisa a minha mão, me diz que sou escravo dela.
Não sei porquê, fiquei excitado e eu nem sou dado a fetishes de dominação. Ela monta-me e diz que sou seu cavalinho, eu obedeço louco de tesão, andando com ela em cima de mim de um lado para o outro.
Depois senta-se na cama, cruza as pernas e ordena-lhe que lhe limpe a sola das sandálias, eu limpo tudo com a língua, chupo o salto, beijo lhes os pés, as pernas, até qie ela diz para parar por aí.
Levanta-se e diz para eu fazer o mesmo, já de alto a frente dela, mete-me a mão no bolso de trás, tira a carteira, abre-a, tira as notas e manda-me embora com um sorriso no rosto.
Até hoje mantivemos este dia em segredo...
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Conto Erótico 5 - O dia em que o jogo virou
Sempre fui um macho dominante. Minha mulher obedecia-me, submissa as minhas ordens. Por vezes até lhe batia quando estava insatisfeito.
Foi assim até um certo dia. No dia em que tudo mudou, eu cheguei a casa furioso, ela já sabia que eu estaria assim, tinha gritado com ela por telefone umas horas antes.
Quando cheguei a casa, ela dirigiu-se na minha direcção para me beijar, com um empurrão desviei-a e disse tira-me o casaco, virei-lhe as costas para que ela mo pudesse tirar, ela começa a puxar-me o casaco, braços abaixo, quando de repente sinto algo a prender-me os pulsos, tinha-me algemado.
Do nada, tira uma chibata do cabide dos casacos, me chicoteia até cair no chão, indefeso, mão atrás das costas, presas.
Começou a açoitar-me e a gritar comigo. Eu sangrava, chorava, implorava, que parasse. Ela pontapeava, chicoteava, gritava, para que eu soubesse quem estava no comando.
Arrasado, aos seus pés eu aceitei todas as suas exigências. Ela já tinha consultado o nosso advogado, eu sabia-o, vinha na factura do banco, mas pensava que era para pedir o divórcio e eu não estava nem aí para isso. Mas não ela tinha a papelada toda para eu passar todos os meus bens para o nome dela.
Obrigou-me a assinar tudo, ali, ela de chicote na mão botas de salto alto, sorriso no rosto. Eu de rosto pisado, camisa e caças de facto rasgados, chorando como uma criança, enquanto ela me desapertava as algemas. Pensei fugir, mas as pernas falharam-me pela dor e ela atacou-me com tudo o que tinha outra vez. Sem outro remédio assinei tudo e passei a ser seu escravo sem ter por onde fugir.
Ela me domina todos os dias, me trata como cachorrinho dela, me humilha até mesmo a frente dos nossos amigos. Eles gozam comigo, já foderam a minha mulher a minha frente e eu ainda tive de limpar todo o seu esperma. As vezes trás amigas para me torturarem e humilharem, pisa-me na cara para no emprego saberem quem manda e ainda me pôs um sinto de castidade, para ter a certeza que lhe sou submisso.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Conto Erotico 4 - Fui apanhado pela minha mulher...
Sempre tive um fetish por pés e sapatos, desde a minha adolescência. Na altura não era muito usual falar-se dessas coisas, não havia o mundo da internet como hoje o conhecemos, e, como tal sempre o escondi da minha namorada, actual mulher.
Minha mulher é administradora de uma pequena empresa, como tal, anda com um roupa formal, uma camisa, uma saia pelo joelho, meias de vidro e sapato alto.
Quando chega a casa, por norma, eu já costumo lá estar. Ela descalça-se põe os sapatos na sapateira e vai tomar um banho. Quando ela entra para o banho eu realizo o meu fetish secreto. Dirijo-me para a sapateira, e vou cheirar os seus sapatos, lambê-los e por vezes até me masturbar com eles. Faço isso a maior parte dos dias, Era uma maneira de satisfazer este meu ponto fraco.
Certo dia, estava eu no meu habitual ritual oculto, quando ela abre a porta da casa de banho, tinha-se esquecido da toalha e me vê ao fundo do corredor a lamber seus sapatos. Chama-me e pergunta-me que era aquilo.
Envergonhado confesso meu desejo. Ela sorri, diz que sempre teve o mesmo desejo, que por vezes vê filmes de podolatria e se excita ao pensar em mim a beijar-lhe os pés, que isso a fazia sentir importante e poderosa perante mim.
Hoje, sempre que ela chega a casa, stressada do trabalho, me diz para lhe adorar os pés, e eu venero-a como uma deusa, tiro carinhosamente seus sapatos, suas meias de vidro, e lambo sua sola, chupo os seus dedos como ela gosta. Por vezes ela me esfrega seus pés na cara com um sorriso maldoso ou me obriga a lamber a sola dos sapatos e o salto. Já me aconteceu vir-me nos seus pés e ter que limpar tudo.
Meu casamento nunca esteve melhor. Eu amo a minha mulher e gosto de estar a seus pés, que é o lugar do homem perante a mulher.
Minha mulher é administradora de uma pequena empresa, como tal, anda com um roupa formal, uma camisa, uma saia pelo joelho, meias de vidro e sapato alto.
Quando chega a casa, por norma, eu já costumo lá estar. Ela descalça-se põe os sapatos na sapateira e vai tomar um banho. Quando ela entra para o banho eu realizo o meu fetish secreto. Dirijo-me para a sapateira, e vou cheirar os seus sapatos, lambê-los e por vezes até me masturbar com eles. Faço isso a maior parte dos dias, Era uma maneira de satisfazer este meu ponto fraco.
Certo dia, estava eu no meu habitual ritual oculto, quando ela abre a porta da casa de banho, tinha-se esquecido da toalha e me vê ao fundo do corredor a lamber seus sapatos. Chama-me e pergunta-me que era aquilo.
Envergonhado confesso meu desejo. Ela sorri, diz que sempre teve o mesmo desejo, que por vezes vê filmes de podolatria e se excita ao pensar em mim a beijar-lhe os pés, que isso a fazia sentir importante e poderosa perante mim.
Hoje, sempre que ela chega a casa, stressada do trabalho, me diz para lhe adorar os pés, e eu venero-a como uma deusa, tiro carinhosamente seus sapatos, suas meias de vidro, e lambo sua sola, chupo os seus dedos como ela gosta. Por vezes ela me esfrega seus pés na cara com um sorriso maldoso ou me obriga a lamber a sola dos sapatos e o salto. Já me aconteceu vir-me nos seus pés e ter que limpar tudo.
Meu casamento nunca esteve melhor. Eu amo a minha mulher e gosto de estar a seus pés, que é o lugar do homem perante a mulher.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Conto Erótico 3 - Fui dominado pela minha filha (part2)
Desde que procurei, sem sucesso, o meu filme onde era subjugado e humilhado pela minha filha, e ela descobrira, que as coisas pioraram. Ela me chantajeava constantemente, assim conseguia dinheiro para sair, roupa nova sempre que queria, até carta e carro ganhou assim. Vezes sem conta chegava a casa, me chamava à parte enquanto estava no sofá com minha mulher, pensava a minha mulher, que a minha filha gostava de desabafar comigo, me levava para o quarto e obrigava a lamber sua princesa com esperma de outros, às vezes eram preservativos cheios de leite, que ela guardava e depois desapertava o nó e despejava todo o conteúdo na minha boca, tapando-a de seguida para eu não deitar fora, depois tapava-me também o nariz, para que não conseguisse respirar até engolir tudo. Sempre com um sorriso nos lábios de satisfação.
No meu aniversário de casamento, pediu dinheiro para a nossa prenda. Ofereceu uma langerie à minha mulher, que secretamente era para mim, e umas algemas, também para serem usadas em mim. Minha mulher sem saber nada sorrio ao recebe-las, pensava que era para apimentar nossa relação e ainda fez questão de dizer que nós estávamos muito bem sexualmente à minha filha, longe de imaginar que quando fazíamos amor era na minha filha que pensava.
Nessa mesma noite, depois de minha mulher ir dormir, ela sempre se deita cedo porque se levanta as 5horas para ir trabalhar numa padaria. Eu aguardei minha filha, ela tinha me feito um sinal para esperar.
Levou-me para a casa de banho, mesmo ao lado do meu quarto, ligou o chuveiro e disse-me ao ouvido:
“A água apenas vai abafar alguns barulhos papá” dito isso levanta a saia, mostrando um dildo de borracha agarrado á sua cintura.
“Encosta-te a parede”
E, depois encosta-se a mim, por trás, desaperta-me o cinto, passa sua mão por cima dos meus boxers, dava-me tesão, depois baixou-os, amordaçou-me a boca com umas cuecas, sujas, suas que estavam no cesto da roupa para lavar. Enrabou-me sem parar, eu não podia gritar, estava amordaçado e minha mulher dormia ao lado, embora bem isolado o quarto, nunca se sabe. E ela susurrava-me ao ouvido:
“Quem manda? Quem manda?”
Quando minha filha acabou, eu estava no chão, encolhido, como uma vitima de violação, ela, de pé, pisando a minha cara, com olhar vitorioso, tirando fotos com o telemóvel novo que eu lhe tinha oferecido.
Um dia que ainda hoje se repete com bastante frequência.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Conto Erótico 3 - Fui dominado pela minha filha (part1)
Tenho uma vida secreta on-line, onde sou submisso a mulheres, já marquei inclusive encontros com algumas com quem conversei, beijei mesmo os pés de algumas.
Num dia destes, estava em uma conversa com uma rapariga, quando ela perguntou se eu não queria masturbar-me na webcam, enquanto via os seus pés. Claro que sim era uma oportunidade única afinal não é todos os dias que se pode ver lindos pés na cam e ela já me tinha mostrado 2 fotos deles. Pequeninos e rosadinhos. Uma delícia.
Quando ligo a webcam, ela não liga, perguntei o que se passava, se não tinha gostado de mim. Seguiram-se uns minutos de hesitação, depois ela disse:
“ Estou-me a preparar, aguarda um bocadinho ok? Aliás quero-te ajoelhado enquanto aguardas”.
Obedeci, longe de saber que uns minutinhos depois, entraria a minha filha no quarto, me apanhando de surpresa, ajoelhado, de pau duro, olhando para o pc.
Minha filha, ainda é nova, mas já é um traço de mulher, perna longa com aquele músculo da coxa saliente, peitinho erguido, só tinha um defeito, não era muito bonita de cara. Ela sempre andava de salto alto, mini-saia e umbigo à mostra, tanto dentro como fora de casa. Penso que para desviar atenções da sua cara.
Voltando à história...
“Era eu que estava falando no msn papá, desculpe, não sabia que eras tu”
Boca aberta, corado, envergonhado, sem saber onde me enfiar...
“Mas eu quero que me beije meus pés”
Então, ainda meio a medo, eu comecei, beijando a parte de cima do pé, depois chupando os dedinhos, lambendo a sola. Ela fazia força com o pé solto, esmagando a minha cabeça no seu outro pé. Masturbava-se e dizia:
“Sou melhor que a mama ou não sou?”. Repetia constantemente essa pergunta e eu sempre concordava. De realçar que elas sempre tiveram uma relação muito tensa, isto era como uma vingança das proibições de saídas à noite da minha mulher.
Sem saber, estava a fazer isso à frente do pc ainda, só me apercebi quando ela disse:
“Estou a filmar tudo papá, por isso se não queres que ninguém veja a gravação vais fazer tudo o que eu pedir.”
Depois disso, sem aviso, enquanto eu lambia os seus pés mijou para cima de mim, me obrigou a beber tudo o que tinha caído no chão do meu quarto. Agarrou na minha boca á força, obrigou –me a fazer um longo minete até se vir e escorrer nos meus lábios.
Sentou-se na cama e fez-me bater uma, ajoelhado, nas suas pernas e beber meu próprio esperma. Ela ria de mim, chamava-me de escravo e eu fazia-lhe as vontades. Ela tinha-me na sua mão.
Depois dessa vez, eu ainda tentei encontrar o filme no pc dela mas não o achei e isso só piorou as coisas para mim.
Num dia destes, estava em uma conversa com uma rapariga, quando ela perguntou se eu não queria masturbar-me na webcam, enquanto via os seus pés. Claro que sim era uma oportunidade única afinal não é todos os dias que se pode ver lindos pés na cam e ela já me tinha mostrado 2 fotos deles. Pequeninos e rosadinhos. Uma delícia.
Quando ligo a webcam, ela não liga, perguntei o que se passava, se não tinha gostado de mim. Seguiram-se uns minutos de hesitação, depois ela disse:
“ Estou-me a preparar, aguarda um bocadinho ok? Aliás quero-te ajoelhado enquanto aguardas”.
Obedeci, longe de saber que uns minutinhos depois, entraria a minha filha no quarto, me apanhando de surpresa, ajoelhado, de pau duro, olhando para o pc.
Minha filha, ainda é nova, mas já é um traço de mulher, perna longa com aquele músculo da coxa saliente, peitinho erguido, só tinha um defeito, não era muito bonita de cara. Ela sempre andava de salto alto, mini-saia e umbigo à mostra, tanto dentro como fora de casa. Penso que para desviar atenções da sua cara.
Voltando à história...
“Era eu que estava falando no msn papá, desculpe, não sabia que eras tu”
Boca aberta, corado, envergonhado, sem saber onde me enfiar...
“Mas eu quero que me beije meus pés”
Então, ainda meio a medo, eu comecei, beijando a parte de cima do pé, depois chupando os dedinhos, lambendo a sola. Ela fazia força com o pé solto, esmagando a minha cabeça no seu outro pé. Masturbava-se e dizia:
“Sou melhor que a mama ou não sou?”. Repetia constantemente essa pergunta e eu sempre concordava. De realçar que elas sempre tiveram uma relação muito tensa, isto era como uma vingança das proibições de saídas à noite da minha mulher.
Sem saber, estava a fazer isso à frente do pc ainda, só me apercebi quando ela disse:
“Estou a filmar tudo papá, por isso se não queres que ninguém veja a gravação vais fazer tudo o que eu pedir.”
Depois disso, sem aviso, enquanto eu lambia os seus pés mijou para cima de mim, me obrigou a beber tudo o que tinha caído no chão do meu quarto. Agarrou na minha boca á força, obrigou –me a fazer um longo minete até se vir e escorrer nos meus lábios.
Sentou-se na cama e fez-me bater uma, ajoelhado, nas suas pernas e beber meu próprio esperma. Ela ria de mim, chamava-me de escravo e eu fazia-lhe as vontades. Ela tinha-me na sua mão.
Depois dessa vez, eu ainda tentei encontrar o filme no pc dela mas não o achei e isso só piorou as coisas para mim.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Conto Erótico 2 - Trabalho de física
Estava para escrever um conto assim e deparei-me com este filme e pensei, porque não juntar os 2....
Calhei na aula de física num grupo com uma rapariga, Patrícia, para fazer um trabalho sobre o movimento parabólico de um projéctil.
Patrícia era uma rapariga linda, alta, loira e com um feitio bastante complicado. Tinha a mania que era boa, e era.
Fui para a casa dela estudar a matéria do trabalho. Quando cheguei lá reparei como ela estava boa, bem vestida, com uma blusa preta e dourada, a combinar com os seus cabelos, uns leggings pretos, justos e uma sandália de salto alto, preta, muito sensual. As suas formas pareciam querer sair da roupa.
Começamos a estudar a matéria, mas eu não conseguia concentrar-me. Não parava de olhar para o seu corpo, para os seus pés empinados naquelas sandálias que pareciam dar-lhe mais poder ainda do que já possuía com tamanha beleza, mesmo tentando ser discreto de certeza que ela percebeu.
Não aguentei mais, pedi para ir a casa de banho, ela me levou até à porta da casa de banho, enquanto ela ia a minha frente, abanando-se de uma maneira felina, eu ia atrás, tentando esconder o alto no meio das pernas.
Entrar na casa de banho foi um alívio tremendo, poder baixar os calções, soltar o meu pénis daquela prisão e... masturbar-me
Mas ela deve ter ouvido algo, talvez um pequeno gemido dos muitos que tentava aguentar naquele momento. Perguntou se estava tudo bem e sem esperar resposta entrou pela casa de banho dentro, apanhando-me em flagrante.
Nem pareceu escandalizada. Perguntou o que me tinha deixado tão louco, se tinha sido seu perfume, seu olhar, seu corpo, seus... pés. “Foi tudo” pensei na altura. “Foram seus pés” acabei por dizer sem jeito na hora. Na verdade estava cabisbaixo de vergonha a olhar seus pés quando me fez a pergunta, provavelmente foi por isso que respondi o que respondi, arriscando parecer um tarado.
“Então gostas de pés é? Seu frouxo, eu a pensar que eras um lobo mas afinal não passas de um cachorrinho manso” Disse ela enquanto se ria e com um gesto de dedos me pediu que a seguisse. Seguia nu sem protestar, não estava em posição sequer de hesitar em nada.
Voltámos ao nosso lugar de estudo mas aí ela mandou logo me deitar no chão, lamber sua sola. E eu fazia o que ela mandava enquanto me olhava, poderosa, sentada no sofá. Deu me sua sandália para me masturbar, disse que tinha nojo do meu pénis imundo. Até que me decidiu pisar o pénis com seu pézinho lindo. Disse que eu merecia e eu, delirava com isso, lambia sua sola, ela acariciava meu sexo e por vezes esmagava minhas bolas.
Depois levantou-se, ordenou que a calça-se de novo, me ajoelha-se perante ela e lhe beija-se a sola. Lá estava ela numa posse altiva, de quem manda enquanto eu escravinho dela obedecia e delirava de prazer com as minhas acções. Beijava a sola, beijava o calcanhar, os dedinhos, tudo, não questionava nenhuma ordem.
Ela gemeu de prazer. Ordenou que parasse. Obedeci claro. Sentada de novo pediu que endireita-se as minhas costas perante ela, continuava ajoelhado e assim fiz. De repente começa a dar-me estalos e disse “Dói não dói? É para te lembrares de quem é o sexo forte aqui. Agora volta ao trabalho que quero o relatório pronto hoje mesmo”
E lá fiquei eu a fazer o trabalho todo sozinho enquanto ela lia a Vogue e me controlava discretamente. Não me tinha vindo e estava doidinho para o fazer. Tive que aguentar até chegar a casa. E a partir daí sempre a olhei, desejando-a, porém ela nem sequer me dirigiu mais a palavra, a não ser quando necessário.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Conto Erótico 1 - Meu primeiro escravo
Roberto era meu vizinho. 2 anos mais velhos que eu. Na altura tinha apenas 14 anos, mas já tinha umas curvas bastantes adultas. Barriguinha lisa e trabalhada, com a curvatura perfeita. Rabinho firme e peitinho empinado, como é normal empinarem as rapariguinhas dessa idade. Mostrando aquilo que ainda mal têm. Um cabelo castanho comprido e uma carinha de anjo. Era, e sou ainda, bastante bonita.
Andávamos na mesma escola, mas Roberto, nem mesmo sendo meu vizinho, me dava atenção. Ele namorava com uma das garotas mais populares da escola, talvez por isso, que passava a vida humilhando as outras raparigas, ou por serem mais feias, mais gordas, mais novas, qualquer coisa servia para ela.
Bem na altura corria o boato que ele tinha canais eróticos descodificados em casa. Um dia ao sair do autocarro ganhei coragem e lhe perguntei. Ele confirmou e acabei por lhe pedir se dava para alguma vez ver. Nunca tinha visto pornografia na altura. Acabamos por combinar sábado à tarde.
No sábado, lá toquei eu à campainha. Vestida com uns jeans justos que realçavam o cu, top preto curtinho a mostrar o umbigo, sandália a mostrar grande parte dos meus pés pequenos.
Sentámos nos no sofá, o mais afastados possível, eu estava intimidada por ele, ele por seu lado não parecia interessado em mim. Como é óbvio, e na altura ainda não sabia, quando se vê um filme destes os rapazes ficam mais susceptíveis...
A dada altura ele começa a olhar por mim, a elogiar-me, estava deitada numa ponta do sofá com os pés em cima do sofá, ele apenas sentado na outra ponta. Depois quase sem querer toco-lhe com um dos meus pés no pénis dele, oculto entre as calças de fato de treino que vestia, ele se manifestou, ficou mais saliente, curiosa continuei a insistir, Roberto derreti-se como manteiga perante mim.
Depois perguntei-lhe pela namorada, ele disse que não importava. Inclinei-me perante ele, sem saber estava eu a tomar a parte dominante, talvez fosse instinto. Beijei-o, baixei a cabeça dele perante meus seios, esfreguei lá a cara dele. Depois ele mesmo foi baixando, passando a língua no meu umbigo. Por fim, estava de joelhos no chão lambendo minha cona, enquanto eu olhava para ele de cima para baixo, com um olhar altivo. Na altura eu sabia que ele estava na minha mão, me sentia poderosa.
Comecei a falar num tom imperativo:
“Lambe minha princesa”
“Beije meu pé, agora”
E ele obedecia, esfregava agora a cara dele na minha vagina molhada, deixando os cabelos dele, a boca, o nariz, com o meu cheiro. Eu cada vez gozava mais, ele também.
Perguntei quem era melhor, eu a sua namorada. O obriguei a gritar que era eu. Tinha a felicidade estampada no meu rosto, ele tinha o meu lubrificante natural no dele.
Depois mandei-lhe um pontapé nas bolas, já tinha tido um orgasmo e estava a ficar cansada, dar-lhe um pontapé foi a única coisa que me ocorreu na altura. Ele ficou incapacitado deitado no chão. Então comecei a pisá-lo e a dizer que ele ia fazer o que eu mandasse a partir de agora. Ele veio-se enquanto eu o pisava e ele me prometia obedecer. Veio-se sem sequer tirar as calças.
A partir dessa altura eu passei a mandar nele, senão não voltávamos a repetir esse dia. Na escola inicialmente, ele me protegia da namorada, que nem suspeitava, pensava provavelmente que era por sermos vizinhos, até ao dia em que eu lhe mandei me beijar a frente dela, depois ajoelhar-se perante mim e me beijar o pé. Tinha-o humilhado não só a ele publicamente mas também a namorada dele. Depois disso acabaram claro e ele continuou a ser meu por mais uns tempos.
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